Além de emagrecer, a bebida torna os vasos sanguíneos mais flexíveis e resistentes
Quem já toma o chá verde para emagrecer agora tem um motivo a mais incluí-lo na dieta: ele é um grande aliado na proteção à saúde cardiovascular, mantendo as artérias flexíveis e, portanto, suavizando os impactos das constantes mudanças da pressão arterial. A conclusão foi apresentada num estudo que acaba de ser publicado por especialistas da Escola Médica de Atenas, na Grécia.
De acordo com os cientistas o chá verde tem influência sobre o revestimento dos vasos sanguíneos, ajudando as células a secretar substâncias necessárias para relaxar os vasos, permitindo que fluam mais livremente. Para sentir os efeitos, é necessário consumir ao menos três xícaras por dia, segundo os pesquisadores.
Os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração. Os cientistas também notaram que, após transformar o consumo de chá verde em hábito, a camada interna dos vasos sanguíneos (endotélio) também foi fortalecida.
Mais benefícios do chá verde
"Além de proteger o coração, os flavonoides bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores", diz a nutricionista funcional Camila Duran, da Clínica Pedrinola & Rascovski. E pode mesmo contar com ele na luta contra os quilos a mais.
"O chá verde tem a propriedade de acelerar o metabolismo, favorecendo a queima de gorduras", garante a nutricionista Daniela Jobst. A recomendação diária, nesse caso, varia de cinco xícaras a um litro por três meses seguidos, no mínimo. A temperatura do chá fica a seu critério.
Só tome cuidado com os exageros. A nutricionista Camila Duran ressalta que pessoas sensíveis à cafeína podem sofrer com dores de cabeça, irritação e mau humor, caso percam o limite nas doses. E nunca beba o chá após as refeições (a cafeína prejudica a absorção do ferro e da vitamina C pelo organismo) e nem à noite, a fim de evitar transtornos do sono.
FONTE :
http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/2787-Tres-xicaras-de-cha-verde-por-dia-protegem-a-saude-do-coracao.htm#AncoraTopoPagina
SAÚDE EM DIA
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Voc~e sabe o que é Vigorexia
Você já ouviu falar em vigorexia? É um distúrbio como a anorexia e bulimia, no primeiro caso a pessoa fica sem comer porque acha que está muito gorda e no segundo come e provoca vomito logo depois. Ambos com maior índice em mulheres. Já a vigorexia tem maior freqüência em homens que tem uma preocupação exagerada com a forma física. Esses homens se acham fracos e doentes e estão sempre preocupados com os músculos e a alimentação, nunca estão satisfeito com a forma física, sempre querem mais. Os especialistas dizem que a vigorexia é um transtorno vinculado a problemas de personalidade que associa beleza com músculos definidos. Por causa da influencia da televisão, cinema e revistas e a mídia em geral, as pessoas lutam para ter um corpo perfeito, um padrão de beleza estipulado, sem piedade, pela mídia e acaba transformando essa pessoa em um escravo da beleza. Homens jovens são os que mais sofrem com a vigorexia mais vem crescendo o número de mulheres, dizem os especialistas. Claro que a vigorexia não tem relação com a prática regular e saudável de exercício com a forma excessiva de fortalecer os músculos, mas no meio das pessoas que praticam esporte e se exercitam regularmente existe muitos que são excessivamente preocupados com o corpo. Assim como quem sofre de anorexia e bulimia, as pessoas com vigorexia precisam de tratamento medico e psicológico. É viver em uma corrida sem fim, porque a pessoa com vigorexia enxerga outra imagem no espelho, uma imagem de uma pessoa sem músculos e sem nenhum atrativo físico, alem de se achar muito gordo, quando a realidade é outra. Essa vontade exagerada de fazer exercício o tempo todo afasta a pessoa do convívio social, dos amigos e do trabalho fazendo dele uma pessoa antipática e fechada. Problemas cardíacos, renais e hepáticos são alguns dos problemas causados pela vigorexia, já que a maioria das pessoas que sofrem desse distúrbio faz uso de anabolizante e de suplemento alimentar sem moderação, alem de sofrer com lesões por excesso de treinamento. Faça exercício regularmente mas não seja escravo dele, não precisa ficar horas se exercitando, o exercício tem que lhe dar prazer e não lhe fazer sofrer, não confunda a pessoa que gosta de treinar, com aquela que é exageradamente viciada em treinar, que muitas vezes ultrapassa 6 horas de treino e ainda não está satisfeito. Valeu e até a próxima. Esporte e vida.
FONTE : www.jornalagitoubatuba.com/esporteevida.html
FONTE : www.jornalagitoubatuba.com/esporteevida.html
Alimentação saudável é fundamental para boa realização de provas
Final de ano é época de vestibular e de concursos importantes. Para se dar bem nessas provas, você provavelmente estudou bastante durante o ano todo. Mas sobrou um tempo pra pensar na sua alimentação? Ela pode ser decisiva para melhorar a memória, a concentração, a oxigenação do cérebro e reduzir a ansiedade.
Carboidratos, proteínas e fibras são muito bem vindos durante todo o período de estudos porque trazem energia, mas sempre prefira alimentos integrais e lights. Divida esses nutrientes em pelo menos cinco pequenas refeições durante o dia. Água é indispensável, então a dica é sempre estudar acompanhado de uma garrafinha.
Uma dica básica é evitar alimentos pesados e gordurosos até 48 horas antes da prova, pela dificuldade de assimilação das toxinas e de digestão. Além disso, o direcionamento do fluxo sanguíneo para o aparelho digestório pode causar sonolência, o que compromete a atenção na prova. Também não arrisque comer em algum lugar desconhecido ou alimentos de procedência duvidosa, que podem causar mal estar e impedir a realização do exame.
Por outro lado, está terminantemente proibido ficar em jejum. Algumas pessoas pensam que assim evitam um possível mal estar, mas, ao contrário, estão se sujeitando à hipoglicemia, o que compromete o bom raciocínio. O ideal é tomar um café da manhã reforçado com leite ou iogurte, pão integral, queijo e frios leves e frutas.
Durante a prova, se possível, leve uma barrinha de chocolate ou de cereais. Além da energia que eles oferecem, eles diminuem a ansiedade e a sensação de fome, que pode gerar desconcentração durante o exame.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)
Médico Nutrólogo
Site: www.clinicaasinelli.com
Blog: http://maximoasinelli.wordpress.com
Blog: http://www.bemparana.com.br/maximosaude
Email: maximoasinelli@terra.com.br
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
Carboidratos, proteínas e fibras são muito bem vindos durante todo o período de estudos porque trazem energia, mas sempre prefira alimentos integrais e lights. Divida esses nutrientes em pelo menos cinco pequenas refeições durante o dia. Água é indispensável, então a dica é sempre estudar acompanhado de uma garrafinha.
Uma dica básica é evitar alimentos pesados e gordurosos até 48 horas antes da prova, pela dificuldade de assimilação das toxinas e de digestão. Além disso, o direcionamento do fluxo sanguíneo para o aparelho digestório pode causar sonolência, o que compromete a atenção na prova. Também não arrisque comer em algum lugar desconhecido ou alimentos de procedência duvidosa, que podem causar mal estar e impedir a realização do exame.
Por outro lado, está terminantemente proibido ficar em jejum. Algumas pessoas pensam que assim evitam um possível mal estar, mas, ao contrário, estão se sujeitando à hipoglicemia, o que compromete o bom raciocínio. O ideal é tomar um café da manhã reforçado com leite ou iogurte, pão integral, queijo e frios leves e frutas.
Durante a prova, se possível, leve uma barrinha de chocolate ou de cereais. Além da energia que eles oferecem, eles diminuem a ansiedade e a sensação de fome, que pode gerar desconcentração durante o exame.
Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)
Médico Nutrólogo
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terça-feira, 17 de novembro de 2009
Saúde estadual lança megacampanha de testagem de HIV
A secretaria estadual da Saúde, por meio da Coordenação do Programa Estadual DST/Aids-SP, realiza a partir de hoje a segunda edição da campanha “Fique Sabendo”, de incentivo à testagem precoce anti-HIV no Estado de São Paulo. A campanha prosseguirá até 1º de dezembro. Nesse período, serão disponibilizados 150 mil testes, entre eles 20 mil testes rápidos, para a população do Estado de São Paulo.
O diagnóstico precoce e o início do tratamento antirretroviral em momento oportuno são imprescindíveis para a qualidade de vida dos portadores de HIV/aids. Levantamento apresentado pelo Programa Nacional DST/Aids (PN DST/AIDS), em sessão Especial sobre HIV/aids, na Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2008, revelou que em São Paulo 42% chegam tarde aos serviços.
O Ministério da Saúde estima que cerca de 630 mil brasileiros são hoje portadores do vírus HIV. Desses, 255 mil ainda não sabem seu status sorológico. A partir desses dados, os Programas Nacional, Estadual e Municipal DST/Aids decidiram estruturar planos para o incentivo a testagem precoce, dentro e fora dos serviços.
A Campanha visa estimular a população do Estado de São Paulo a realizar o teste anti-HIV. "Com acesso facilitado ao teste anti-HIV acompanhado de pré e pós aconselhamento, as pessoas têm a possibilidade, caso descubram ser soropositivas, de iniciarem o seguimento clínico muito mais cedo, aumentando a chance de ter uma melhor qualidade de vida”, explica Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP.
Até o momento, 450 municípios já se cadastraram para participar da campanha. O Estado de São Paulo conta com 104 Centros de Testagem e Aconselhamento, entre eles 77 realizam teste rápido. Aproximadamente 2.000 unidades de saúde participarão da atividade, com cerca de 30 mil profissionais da saúde de diferentes áreas (gestores, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de laboratório, administrativos, logística e transporte, entre outros) envolvidos na ação. No ano passado, 383 municípios participaram da iniciativa e foram realizados cerca de 120.000 testes, entre eles 7.000 testes rápidos.
O teste anti-HIV é oferecido em todo o país de forma gratuita e sigilosa. Para informar-se sobre os locais de testagem no Estado de São Paulo, acesse o site: www.crt.saude.sp.gov.br ou ligue para 0800 16 25 50.
Este ano, a campanha Fique Sabendo-SP será lançada oficialmente na Casa das Rosas (Av Paulista, 37), hoje, 16 de novembro, às 11h, com a presença dos coordenadores dos Programas Estadual e Municipal DST/Aids, diretoria do Instituto Adolfo Lutz, Fórum de Ongs Aids-SP e Casa das Rosas, parceiros no programa. Haverá testagem rápida durante todo o dia no local, com apoio do Programa Municipal DST/Aids-SP.
O diagnóstico precoce e o início do tratamento antirretroviral em momento oportuno são imprescindíveis para a qualidade de vida dos portadores de HIV/aids. Levantamento apresentado pelo Programa Nacional DST/Aids (PN DST/AIDS), em sessão Especial sobre HIV/aids, na Assembléia Geral das Nações Unidas, em 2008, revelou que em São Paulo 42% chegam tarde aos serviços.
O Ministério da Saúde estima que cerca de 630 mil brasileiros são hoje portadores do vírus HIV. Desses, 255 mil ainda não sabem seu status sorológico. A partir desses dados, os Programas Nacional, Estadual e Municipal DST/Aids decidiram estruturar planos para o incentivo a testagem precoce, dentro e fora dos serviços.
A Campanha visa estimular a população do Estado de São Paulo a realizar o teste anti-HIV. "Com acesso facilitado ao teste anti-HIV acompanhado de pré e pós aconselhamento, as pessoas têm a possibilidade, caso descubram ser soropositivas, de iniciarem o seguimento clínico muito mais cedo, aumentando a chance de ter uma melhor qualidade de vida”, explica Maria Clara Gianna, coordenadora do Programa Estadual DST/Aids-SP.
Até o momento, 450 municípios já se cadastraram para participar da campanha. O Estado de São Paulo conta com 104 Centros de Testagem e Aconselhamento, entre eles 77 realizam teste rápido. Aproximadamente 2.000 unidades de saúde participarão da atividade, com cerca de 30 mil profissionais da saúde de diferentes áreas (gestores, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, técnicos de laboratório, administrativos, logística e transporte, entre outros) envolvidos na ação. No ano passado, 383 municípios participaram da iniciativa e foram realizados cerca de 120.000 testes, entre eles 7.000 testes rápidos.
O teste anti-HIV é oferecido em todo o país de forma gratuita e sigilosa. Para informar-se sobre os locais de testagem no Estado de São Paulo, acesse o site: www.crt.saude.sp.gov.br ou ligue para 0800 16 25 50.
Este ano, a campanha Fique Sabendo-SP será lançada oficialmente na Casa das Rosas (Av Paulista, 37), hoje, 16 de novembro, às 11h, com a presença dos coordenadores dos Programas Estadual e Municipal DST/Aids, diretoria do Instituto Adolfo Lutz, Fórum de Ongs Aids-SP e Casa das Rosas, parceiros no programa. Haverá testagem rápida durante todo o dia no local, com apoio do Programa Municipal DST/Aids-SP.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Cuidados com seu corpo para o verão
Olá, tudo bem?
No release abaixo, falaremos sobre tratamentos estéticos. Os cuidados prometem dar o que falar, principalmente por causa da chegada do verão.
Cuidados com seu corpo para o verão
A maioria das pessoas passa o ano inteiro na academia só pensando no verão. Mas quando as temperaturas começam a aumentar, quem está realmente contente com o corpo? Sempre tem aquele detalhe mínimo pra acertar: uma estria aqui, uma celulite ali, aquela barriguinha que insiste em não ir embora. Mas, graças à tecnologia, existem atualmente métodos fáceis e rápidos de reparar esses probleminhas.
A massoterapeuta Alessandra Ferreira, da Clínica Asinelli, explica que em poucas sessões de massagem modeladora, por exemplo, é possível modelar a gordura, dando a impressão de redução de medidas. “Em aproximadamente seis sessões já dá pra ‘criar’ uma cinturinha e acabar com a gordurinha localizada”, diz. Outros tratamentos muito procurados são a drenagem linfática e a corrente russa. A primeira, por melhorar a circulação, diminuir a retenção de líquidos e eliminar toxinas, além de diminuir o inchaço, também faz bem para a saúde. A segunda tonifica os músculos e combate a flacidez, e tem efeitos ainda melhores quando acompanhada de musculação.
Além de emagrecimento e definição do corpo, Alessandra afirma que é importante cuidar da pele. “O sol é fundamental, mas maltrata, seca e mancha a pele, se exposta em excesso, nos horários errados e sem os devidos cuidados”, explica Alessandra. Por isso é importante também selecionar bem o profissional que vai realizar os tratamentos: o uso de produtos inadequados pode potencializar a ação danosa do sol.
Para o rosto, ela indica limpeza de pele, já que a estação propicia a formação de cravos e espinhas e o acúmulo de oleosidade e impurezas. A esfoliação no corpo todo, por retirar as células mortas, ajuda no bronzeamento. Já o peeling deve ser evitado: “mesmo o peeling mais superficial e menos agressivo, deixa a pele muito sensível, pois envolve muita química”, explica. E ela completa: “Química e sol são coisas que não combinam”.
Alessandra Ferreira
Massoterapeuta
Site: www.clinicaasinelli.com
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
Verônica Pacheco 21 3795-4736/ 81*49417/7850-3087
Jornalista MTB4756-PR
Toda Comunicação
Aline Baroni 41 3521-6282/9167-7070
veronica@todacomunicacao.com.brmsn: veropacheco2002@hotmail.com
skype: todacomunicacao
Blog: http://veronicapacheco.wordpress.com
Twitter: twitter.com/todacomunicacao
Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2462337
Site: www.todacomunicacao.com.br
No release abaixo, falaremos sobre tratamentos estéticos. Os cuidados prometem dar o que falar, principalmente por causa da chegada do verão.
Cuidados com seu corpo para o verão
A maioria das pessoas passa o ano inteiro na academia só pensando no verão. Mas quando as temperaturas começam a aumentar, quem está realmente contente com o corpo? Sempre tem aquele detalhe mínimo pra acertar: uma estria aqui, uma celulite ali, aquela barriguinha que insiste em não ir embora. Mas, graças à tecnologia, existem atualmente métodos fáceis e rápidos de reparar esses probleminhas.
A massoterapeuta Alessandra Ferreira, da Clínica Asinelli, explica que em poucas sessões de massagem modeladora, por exemplo, é possível modelar a gordura, dando a impressão de redução de medidas. “Em aproximadamente seis sessões já dá pra ‘criar’ uma cinturinha e acabar com a gordurinha localizada”, diz. Outros tratamentos muito procurados são a drenagem linfática e a corrente russa. A primeira, por melhorar a circulação, diminuir a retenção de líquidos e eliminar toxinas, além de diminuir o inchaço, também faz bem para a saúde. A segunda tonifica os músculos e combate a flacidez, e tem efeitos ainda melhores quando acompanhada de musculação.
Além de emagrecimento e definição do corpo, Alessandra afirma que é importante cuidar da pele. “O sol é fundamental, mas maltrata, seca e mancha a pele, se exposta em excesso, nos horários errados e sem os devidos cuidados”, explica Alessandra. Por isso é importante também selecionar bem o profissional que vai realizar os tratamentos: o uso de produtos inadequados pode potencializar a ação danosa do sol.
Para o rosto, ela indica limpeza de pele, já que a estação propicia a formação de cravos e espinhas e o acúmulo de oleosidade e impurezas. A esfoliação no corpo todo, por retirar as células mortas, ajuda no bronzeamento. Já o peeling deve ser evitado: “mesmo o peeling mais superficial e menos agressivo, deixa a pele muito sensível, pois envolve muita química”, explica. E ela completa: “Química e sol são coisas que não combinam”.
Alessandra Ferreira
Massoterapeuta
Site: www.clinicaasinelli.com
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
Verônica Pacheco 21 3795-4736/ 81*49417/7850-3087
Jornalista MTB4756-PR
Toda Comunicação
Aline Baroni 41 3521-6282/9167-7070
veronica@todacomunicacao.com.brmsn: veropacheco2002@hotmail.com
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Twitter: twitter.com/todacomunicacao
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009
CANCER - A ERVA QUE CURA
Vejam só que interessante:
Recebido de Dr. Rômulo d'Avila (médico).
Repassem aos seus contatos.
Notícias assim não são divulgadas por causa da pressão dos grandes laboratórios farmacêuticos.
CANCER - A ERVA QUE CURA
Foi pesquisado pela USP e é válida Dr. Panizza confirmou.
SE VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TEM CÂNCER, POR FAVOR ENCAMINHE ESSE E-MAIL. MAS MESMO QUE NÃO CONHEÇA ENCAMINHE A OUTRAS PESSOAS, PORQUE QUEM SABE, ESSAS POSSAM AJUDAR ALGUÉM QUE PRECISE. ALÉM DE CURAR O CÂNCER, ESSA FOLHA TEM OUTROS BENEFÍCIOS.
ABAIXO SEGUE COMENTÁRIO:
FOLHA DE GRAVIOLA
A folha de graviola cura câncer. Segundo Evandro Romualdo, um amigo lhe confidenciou a seguinte história:
Que sua esposa após descobrir um câncer no seio que chegou a se espalhar pelo seu corpo,estava praticamente com os dias de sua vida contados.
Foi então, que descobriu uma publicação sobre o CHÁ DE GRAVIOLA.
A notícia estava em um site e o título do artigo é CANCER MAGIC
BULLET DISCOVERED, but drug giants hushes it up!- 10,000 times stronger than chemotherapy with no adverse side effects...
Na reportagem eles citam o quanto o extrato da GRAVIOLA é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia por drogas e sem efeitos colaterais.
Citam também a árvore como sendo encontrada na floresta Amazônica
Enfim, a esposa dele também tomou o chá, e em dois meses não tinha mais nenhuma seqüela ou ferida. Hoje está viva e saudável!
AQUI FICA A DICA PARA QUEM PRECISAR. SE PUDER DIVULGUE. QUEM SABE ASSIM CONSEGUIMOS AJUDAR MAIS PESSOAS COM ESSA NOVA DESCOBERTA .
ABAIXO SEGUEM OS SITES DE CONSULTA:
American College for the Advancement in
Medicine:
http://www.acam. org
American Academy of Environmental Medicine: http://www.aaem.com/
International College of Intergrative Medicine:
http://www.icimed/. com/
Meridian Valley Laboratory: http://www.meridian valleylab. com
tradutor inglês para português.
http://www.bussolae scolar.com. br/tradutor. htm
Que a luz do Senhor resplandeça sobre ti, e que tu a repasse a muitos outros.
Vamos lá pessoal não economizem o dedo, uma mensagem desta tem que circular, se não der tempo de ajudar estas pessoas pelo menos que levem a esperança, e quem sabe com isto o próprio organismo se supere como ocorrem em vários casos.
Recebido de Dr. Rômulo d'Avila (médico).
Repassem aos seus contatos.
Notícias assim não são divulgadas por causa da pressão dos grandes laboratórios farmacêuticos.
CANCER - A ERVA QUE CURA
Foi pesquisado pela USP e é válida Dr. Panizza confirmou.
SE VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE TEM CÂNCER, POR FAVOR ENCAMINHE ESSE E-MAIL. MAS MESMO QUE NÃO CONHEÇA ENCAMINHE A OUTRAS PESSOAS, PORQUE QUEM SABE, ESSAS POSSAM AJUDAR ALGUÉM QUE PRECISE. ALÉM DE CURAR O CÂNCER, ESSA FOLHA TEM OUTROS BENEFÍCIOS.
ABAIXO SEGUE COMENTÁRIO:
FOLHA DE GRAVIOLA
A folha de graviola cura câncer. Segundo Evandro Romualdo, um amigo lhe confidenciou a seguinte história:
Que sua esposa após descobrir um câncer no seio que chegou a se espalhar pelo seu corpo,estava praticamente com os dias de sua vida contados.
Foi então, que descobriu uma publicação sobre o CHÁ DE GRAVIOLA.
A notícia estava em um site e o título do artigo é CANCER MAGIC
BULLET DISCOVERED, but drug giants hushes it up!- 10,000 times stronger than chemotherapy with no adverse side effects...
Na reportagem eles citam o quanto o extrato da GRAVIOLA é 10.000 vezes mais forte do que a quimioterapia por drogas e sem efeitos colaterais.
Citam também a árvore como sendo encontrada na floresta Amazônica
Enfim, a esposa dele também tomou o chá, e em dois meses não tinha mais nenhuma seqüela ou ferida. Hoje está viva e saudável!
AQUI FICA A DICA PARA QUEM PRECISAR. SE PUDER DIVULGUE. QUEM SABE ASSIM CONSEGUIMOS AJUDAR MAIS PESSOAS COM ESSA NOVA DESCOBERTA .
ABAIXO SEGUEM OS SITES DE CONSULTA:
American College for the Advancement in
Medicine:
http://www.acam. org
American Academy of Environmental Medicine: http://www.aaem.com/
International College of Intergrative Medicine:
http://www.icimed/. com/
Meridian Valley Laboratory: http://www.meridian valleylab. com
tradutor inglês para português.
http://www.bussolae scolar.com. br/tradutor. htm
Que a luz do Senhor resplandeça sobre ti, e que tu a repasse a muitos outros.
Vamos lá pessoal não economizem o dedo, uma mensagem desta tem que circular, se não der tempo de ajudar estas pessoas pelo menos que levem a esperança, e quem sabe com isto o próprio organismo se supere como ocorrem em vários casos.
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Infância saudável, vida saudável
A perda da guarda de dois filhos de um casal escocês foi notícia no mundo todo em outubro. Acusados de negligência, os pais foram punidos porque seus filhos, de três e quatro anos, caminhavam para obesidade mórbida, a exemplo de seus outros quatro irmãos (o mais velho, de 12 anos, tem 100 quilos). O mais novo tinha 25 quilos. A mãe, de 40 anos, tem mais de 145 quilos. O pai, de 53, pesa quase 115.
A polêmica reascendeu uma discussão já bastante conhecida da atualidade: as crianças obesas e os maus hábitos alimentares durante a infância. Quanto disso é culpa dos pais, das próprias crianças, da genética e do modo de vida moderno? E quando disso a criança leva para o resto da vida?
Freud disse, há mais de 100 anos, que é durante a infância que se moldam os comportamentos dos futuros adultos. O que os cientistas estão descobrindo atualmente é que, fisicamente, os problemas de saúde dos adultos também têm relação direta com maus hábitos durante a infância.
Opinião de especialista
Segundo a pediatra Raquel Rego, especialista em nutrologia infantil da Clínica Asinelli, do Dr. Máximo Asinelli, a obesidade na infância e adolescência é um importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares na vida futura. “A presença de pelo menos um fator de risco para doenças do coração e vasculares, como pressão alta, colesterol alto, hiperinsulinemia ou aumento do hormônio controlador do açúcar sanguíneo, tem sido observada em 60% das crianças e adolescentes com excesso de peso”, explica.
Além de fatores genéticos, hábitos alimentares saudáveis são fundamentais. A criança que consome muito sal ou que bebe leite de vaca (que tem mais sódio do que o materno) tem o paladar estimulado para gostar de alimentos salgados durante sua vida toda e levar a uma sobrecarga renal durante a infância mesmo ou à hipertensão.
O leite de vaca não modificado pode causar também alterações metabólicas e obesidade em crianças menores de seis meses. “A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006 mostrou que a média de tempo que a mãe amamenta no Brasil é de 2,1 meses. Se o mínimo de seis meses de amamentação exclusiva fosse respeitado, certamente teríamos adultos com menos doenças crônicas como diabetes, obesidade e hipertensão”, analisa Raquel.
O papel da alimentação
“A obesidade é certamente a maior vilã”, afirma. No entanto, não é raro, segundo a pediatra, que os pais dêem até salgadinhos e frituras para seus filhos de menos de um ano de idade: quase 10% dos bebês já têm acesso a esse tipo de alimento.
Como pediatra, ela indica que durante os seis primeiros meses a criança se alimente exclusivamente de leite materno, sem nem mesmo chá ou água. Depois desse período outros alimentos – como legumes, tubérculos, cereais, frutas e carnes – devem ser inseridos na dieta aos poucos, mas sem abandonar a amamentação.
Açúcar, café, corantes e produtos industrializados devem ser evitados ao máximo. “Eu também percebo que muitos pais tendem a dar muita comida a seus filhos, quando na verdade cada criança tem seu ritmo e seu nível de saciedade”, defende Raquel.
Doença de adulto em corpo de criança
Mas não é apenas quando adulto que as conseqüências de uma má alimentação se manifestam. Muitas crianças, de acordo com a pediatra, têm desenvolvido doenças de “gente grande”. A culpa é do estilo de vida moderno e urbano, que leva ao sedentarismo e a maus hábitos alimentares, podendo até mesmo agravar tendências genéticas.
Dentro desse contexto, é cada vez mais comum crianças terem dislipidemia (colesterol e triglicérides altos), hipertensão, diabetes, ansiedade e até mesmo depressão.
Uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da Universidade São Marcos, com apoio do ILSI (International Life Sciences Institute) revelou que 16% dos estudantes de 10 a 15 anos estão na faixa de sobrepeso e 10% estão obesos. Paralelamente, 81% dos alunos de escolas particulares e 65% dos alunos de escolas públicas realizam menos de dez minutos de atividade física por dia e se encaixam em um quadro de sedentarismo. “Enquanto a criança ficar em casa, durante o contraturno, jogando vídeo game e comendo inadequadamente, ela será obesa. E mesmo que não esteja acima do peso, a probabilidade de apresentar disfunções como a dislipidemia é grande, exceto por uma genética muito favorável”, diz Raquel.
Serviço: Raquel Rego (CRM:22002)
Médica pediatra
Email: raquelrego@hotmail.com
Site: www.clinicaasinelli.com
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
Atenciosamente,
Verônica Pacheco
Jornalista MTB4756-PR
Toda Comunicação
21 3795-4736/ 81*49417/7850-3087(Rio)
41 3521-6282/9167-7070 (Curitiba)
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Comunidade no Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2462337
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A polêmica reascendeu uma discussão já bastante conhecida da atualidade: as crianças obesas e os maus hábitos alimentares durante a infância. Quanto disso é culpa dos pais, das próprias crianças, da genética e do modo de vida moderno? E quando disso a criança leva para o resto da vida?
Freud disse, há mais de 100 anos, que é durante a infância que se moldam os comportamentos dos futuros adultos. O que os cientistas estão descobrindo atualmente é que, fisicamente, os problemas de saúde dos adultos também têm relação direta com maus hábitos durante a infância.
Opinião de especialista
Segundo a pediatra Raquel Rego, especialista em nutrologia infantil da Clínica Asinelli, do Dr. Máximo Asinelli, a obesidade na infância e adolescência é um importante fator de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares na vida futura. “A presença de pelo menos um fator de risco para doenças do coração e vasculares, como pressão alta, colesterol alto, hiperinsulinemia ou aumento do hormônio controlador do açúcar sanguíneo, tem sido observada em 60% das crianças e adolescentes com excesso de peso”, explica.
Além de fatores genéticos, hábitos alimentares saudáveis são fundamentais. A criança que consome muito sal ou que bebe leite de vaca (que tem mais sódio do que o materno) tem o paladar estimulado para gostar de alimentos salgados durante sua vida toda e levar a uma sobrecarga renal durante a infância mesmo ou à hipertensão.
O leite de vaca não modificado pode causar também alterações metabólicas e obesidade em crianças menores de seis meses. “A Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006 mostrou que a média de tempo que a mãe amamenta no Brasil é de 2,1 meses. Se o mínimo de seis meses de amamentação exclusiva fosse respeitado, certamente teríamos adultos com menos doenças crônicas como diabetes, obesidade e hipertensão”, analisa Raquel.
O papel da alimentação
“A obesidade é certamente a maior vilã”, afirma. No entanto, não é raro, segundo a pediatra, que os pais dêem até salgadinhos e frituras para seus filhos de menos de um ano de idade: quase 10% dos bebês já têm acesso a esse tipo de alimento.
Como pediatra, ela indica que durante os seis primeiros meses a criança se alimente exclusivamente de leite materno, sem nem mesmo chá ou água. Depois desse período outros alimentos – como legumes, tubérculos, cereais, frutas e carnes – devem ser inseridos na dieta aos poucos, mas sem abandonar a amamentação.
Açúcar, café, corantes e produtos industrializados devem ser evitados ao máximo. “Eu também percebo que muitos pais tendem a dar muita comida a seus filhos, quando na verdade cada criança tem seu ritmo e seu nível de saciedade”, defende Raquel.
Doença de adulto em corpo de criança
Mas não é apenas quando adulto que as conseqüências de uma má alimentação se manifestam. Muitas crianças, de acordo com a pediatra, têm desenvolvido doenças de “gente grande”. A culpa é do estilo de vida moderno e urbano, que leva ao sedentarismo e a maus hábitos alimentares, podendo até mesmo agravar tendências genéticas.
Dentro desse contexto, é cada vez mais comum crianças terem dislipidemia (colesterol e triglicérides altos), hipertensão, diabetes, ansiedade e até mesmo depressão.
Uma pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) e da Universidade São Marcos, com apoio do ILSI (International Life Sciences Institute) revelou que 16% dos estudantes de 10 a 15 anos estão na faixa de sobrepeso e 10% estão obesos. Paralelamente, 81% dos alunos de escolas particulares e 65% dos alunos de escolas públicas realizam menos de dez minutos de atividade física por dia e se encaixam em um quadro de sedentarismo. “Enquanto a criança ficar em casa, durante o contraturno, jogando vídeo game e comendo inadequadamente, ela será obesa. E mesmo que não esteja acima do peso, a probabilidade de apresentar disfunções como a dislipidemia é grande, exceto por uma genética muito favorável”, diz Raquel.
Serviço: Raquel Rego (CRM:22002)
Médica pediatra
Email: raquelrego@hotmail.com
Site: www.clinicaasinelli.com
Fone: 41 3015-6001
Endereço: Rua Professor Brandão, 50, Alto da XV, Curitiba/PR.
Atenciosamente,
Verônica Pacheco
Jornalista MTB4756-PR
Toda Comunicação
21 3795-4736/ 81*49417/7850-3087(Rio)
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quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Por que o pré-natal é essencial?
Por Márcia Wirth
A importância do pré-natal baseia-se na premissa que tudo o que a futura mamãe faz, ou deixa de fazer, durante os nove meses de gestação, tem um grande impacto na saúde do bebê. “É por essa razão que é tão importante seguir à risca as recomendações médicas e fazer todos os exames recomendados pelo obstetra nos meses que antecedem o nascimento do bebê”, diz o ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis (www.clinicagenesis.com.br).
O pré-natal é o acompanhamento médico dedicado à gestante e ao bebê que tem como objetivo a prevenção, a orientação, o esclarecimento e o diagnóstico de qualquer alteração da saúde da gestante e/ou do bebê. “É durante o pré-natal que todas as dúvidas do casal serão esclarecidas, o que é muito importante, já que é possível descaracterizar alguns mitos que são muito frequentes neste período”, ressalta o médico.
Em média, uma gravidez dura quarenta semanas, por essa razão além da qualidade das consultas, a frequência é fundamental. “Durante o pré-natal, as consultas são mensais até a 32ª/33ª semana, quinzenais, até a 37ª semana e, semanais, a partir da 40ª semana. Após esse período, a gestante deve ser acompanhada pelo obstetra a cada dois ou três dias”, explica Aléssio Calil Mathias.
Importância do pré-natal
Garantir que a gestante e o nenê mantenham-se saudáveis durante os nove meses é a principal missão do pré-natal, mas o período também possui outros atributos. “Além de fazer o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e diagnosticar intercorrências clínicas e/ou obstétricas, os nove meses de gestação tem também a função de preparar o casal para o parto, assim como para a amamentação”, reforça o obstetra Aléssio Calil Mathias.
A gestação é um período marcado por transformações físicas e emocionais, por isto, tanto a gestante quanto o seu companheiro têm muitas dúvidas durante este período que antecede o nascimento. “Todo casal que espera um bebê deve ter respostas às suas indagações. Quanto mais seguros sobre todo o processo que está por vir, melhor e mais tranquilo será o parto. Todas as vantagens e desvantagens de cada escolha devem ser esclarecidas”, conta Mathias.
“Hoje, recomendamos que o pré-natal comece antes mesmo da concepção, preferencialmente, três meses antes. Pois, assim, a mulher poderá realizar uma consulta médica completa, bem como todos os exames prévios à gestação. Se houver qualquer alteração, tanto clínica como laboratorial, ela mulher poderá, em tempo hábil, realizar o tratamento mais apropriado. O uso de ácido fólico, três meses antes da concepção, com o objetivo de diminuir a incidência de malformações do sistema nervoso central faz parte desta fase anterior à concepção”, diz o médico. Além disso, se a mulher que deseja engravidar é obesa, diabética ou hipertensa, é muito importante realizar um tratamento prévio à gestação com a finalidade de alcançar o controle e o equilíbrio antes da concepção.
Tudo sobre o pré-natal
Para o obstetra, a primeira consulta do pré-natal é a mais importante. Afinal, é nessa consulta que se estabelecerá uma relação mútua de confiança entre a grávida e seu médico. “Geralmente, a primeira é a consulta mais demorada, pois será questionada toda história clínica da gestante, bem como todos os antecedentes pessoais e familiares, hábitos, vícios, cirurgias prévias e uso de medicamentos”, explica o diretor da Clínica Genesis.
Além disso, é nesta primeira consulta que serão solicitados vários exames como hemograma, glicemia de jejum, tipagem sanguínea + fator RH, sorologias para toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis, AIDS, hepatite B e C, urocultura + antibiograma, exame de fezes, prevenção do câncer do colo uterino (Papanicolau) e ultrassonografia obstétrica. “Muitos destes exames serão repetidos no decorrer do pré-natal, assim como a ultrassonografia, que será realizada conforme a idade gestacional”, esclarece o ginecologista.
Sinais de problemas
Segundo Aléssio Calil Mathias, “durante o pré-natal podemos identificar mulheres com maior risco de complicações durante a gestação e o parto e podemos utilizar os recursos necessários para garantir uma gravidez e um parto saudáveis, diminuindo as chances da ocorrência de problemas para a mãe e o nenê”, diz.
De acordo com o especialista, a intercorrência clínica mais frequente durante a gravidez é a anemia. É por essa razão que os obstetras recomendam o uso de sulfato ferroso durante o pré-natal. “No parto normal, a grávida perde em média 500 ml de sangue e na cesárea, 800 ml. Imagine se por qualquer motivo a perda for maior? Não podemos nos esquecer de que após o parto é necessário disposição e saúde para os cuidados com o bebê e para a amamentação”, alerta o obstetra.
Outra intercorrência clínica comum durante a gestação é a infecção urinária. “É fato que de todas as gestantes, 6% apresentarão bacteriúria assintomática, que é uma infecção urinária que não apresenta sintomas; destas 30% evoluirão com um tipo de infecção urinária mais grave que necessitará de internação hospitalar”, informa o diretor da Clínica Genesis. Mas, se a gestante contar com o acompanhamento pré-natal, tratar esse problema será bem mais fácil e seguro. Outro problema comum e que pode ser tratado durante o pré-natal é a hipertensão arterial, presente em 10% das gestantes, sendo a maior causa de óbito materno, se não tratada previamente.
Em relação à saúde do bebê, Mathias conta que a incidência de nascimento de bebês prematuros no grupo de mães que fazem o pré-natal não chega a 10%, sendo que daquelas que não contam com o acompanhamento apropriado chega a 40%. “Quando falamos de bebês prematuros devemos pensar em maior mortalidade neonatal, maior tempo de internação com cuidados intensivos, ou seja, UTI Neonatal, maior chance de sequelas, além do desmame precoce”, diz o médico.
No pré-natal, cultive bons hábitos
• Mexa-se!
A atividade física deve ser estimulada previamente à gestação e poderá ser praticada inclusive nos primeiros meses. Entretanto, deve ser evitada a atividade física de impacto. As gestantes que não praticam uma atividade física regularmente podem iniciá-la, após o terceiro mês. “Recomendamos as atividades aeróbicas, bem como a musculação, a natação, a hidroginástica, dentre outras, mas sempre com o acompanhamento de um profissional de educação física habilitado”, conta Aléssio Calil Mathias.
• Não engorde, ganhe apenas os quilos necessários
“Deve-se evitar que a gestante ultrapasse o ganho de 12 kg. O ideal é em torno de 9 kg, ou seja, 1 kg por mês. O ganho de peso excessivo está relacionado a uma maior chance de hipertensão, diabetes e aumento de peso do bebê, podendo influir diretamente na duração do trabalho de parto e também no tipo de parto. O acompanhamento nutricional durante a gestação é fundamental”, defende o obstetra.
A importância do pré-natal baseia-se na premissa que tudo o que a futura mamãe faz, ou deixa de fazer, durante os nove meses de gestação, tem um grande impacto na saúde do bebê. “É por essa razão que é tão importante seguir à risca as recomendações médicas e fazer todos os exames recomendados pelo obstetra nos meses que antecedem o nascimento do bebê”, diz o ginecologista e obstetra, Aléssio Calil Mathias, diretor da Clínica Genesis (www.clinicagenesis.com.br).
O pré-natal é o acompanhamento médico dedicado à gestante e ao bebê que tem como objetivo a prevenção, a orientação, o esclarecimento e o diagnóstico de qualquer alteração da saúde da gestante e/ou do bebê. “É durante o pré-natal que todas as dúvidas do casal serão esclarecidas, o que é muito importante, já que é possível descaracterizar alguns mitos que são muito frequentes neste período”, ressalta o médico.
Em média, uma gravidez dura quarenta semanas, por essa razão além da qualidade das consultas, a frequência é fundamental. “Durante o pré-natal, as consultas são mensais até a 32ª/33ª semana, quinzenais, até a 37ª semana e, semanais, a partir da 40ª semana. Após esse período, a gestante deve ser acompanhada pelo obstetra a cada dois ou três dias”, explica Aléssio Calil Mathias.
Importância do pré-natal
Garantir que a gestante e o nenê mantenham-se saudáveis durante os nove meses é a principal missão do pré-natal, mas o período também possui outros atributos. “Além de fazer o acompanhamento do desenvolvimento do bebê e diagnosticar intercorrências clínicas e/ou obstétricas, os nove meses de gestação tem também a função de preparar o casal para o parto, assim como para a amamentação”, reforça o obstetra Aléssio Calil Mathias.
A gestação é um período marcado por transformações físicas e emocionais, por isto, tanto a gestante quanto o seu companheiro têm muitas dúvidas durante este período que antecede o nascimento. “Todo casal que espera um bebê deve ter respostas às suas indagações. Quanto mais seguros sobre todo o processo que está por vir, melhor e mais tranquilo será o parto. Todas as vantagens e desvantagens de cada escolha devem ser esclarecidas”, conta Mathias.
“Hoje, recomendamos que o pré-natal comece antes mesmo da concepção, preferencialmente, três meses antes. Pois, assim, a mulher poderá realizar uma consulta médica completa, bem como todos os exames prévios à gestação. Se houver qualquer alteração, tanto clínica como laboratorial, ela mulher poderá, em tempo hábil, realizar o tratamento mais apropriado. O uso de ácido fólico, três meses antes da concepção, com o objetivo de diminuir a incidência de malformações do sistema nervoso central faz parte desta fase anterior à concepção”, diz o médico. Além disso, se a mulher que deseja engravidar é obesa, diabética ou hipertensa, é muito importante realizar um tratamento prévio à gestação com a finalidade de alcançar o controle e o equilíbrio antes da concepção.
Tudo sobre o pré-natal
Para o obstetra, a primeira consulta do pré-natal é a mais importante. Afinal, é nessa consulta que se estabelecerá uma relação mútua de confiança entre a grávida e seu médico. “Geralmente, a primeira é a consulta mais demorada, pois será questionada toda história clínica da gestante, bem como todos os antecedentes pessoais e familiares, hábitos, vícios, cirurgias prévias e uso de medicamentos”, explica o diretor da Clínica Genesis.
Além disso, é nesta primeira consulta que serão solicitados vários exames como hemograma, glicemia de jejum, tipagem sanguínea + fator RH, sorologias para toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, sífilis, AIDS, hepatite B e C, urocultura + antibiograma, exame de fezes, prevenção do câncer do colo uterino (Papanicolau) e ultrassonografia obstétrica. “Muitos destes exames serão repetidos no decorrer do pré-natal, assim como a ultrassonografia, que será realizada conforme a idade gestacional”, esclarece o ginecologista.
Sinais de problemas
Segundo Aléssio Calil Mathias, “durante o pré-natal podemos identificar mulheres com maior risco de complicações durante a gestação e o parto e podemos utilizar os recursos necessários para garantir uma gravidez e um parto saudáveis, diminuindo as chances da ocorrência de problemas para a mãe e o nenê”, diz.
De acordo com o especialista, a intercorrência clínica mais frequente durante a gravidez é a anemia. É por essa razão que os obstetras recomendam o uso de sulfato ferroso durante o pré-natal. “No parto normal, a grávida perde em média 500 ml de sangue e na cesárea, 800 ml. Imagine se por qualquer motivo a perda for maior? Não podemos nos esquecer de que após o parto é necessário disposição e saúde para os cuidados com o bebê e para a amamentação”, alerta o obstetra.
Outra intercorrência clínica comum durante a gestação é a infecção urinária. “É fato que de todas as gestantes, 6% apresentarão bacteriúria assintomática, que é uma infecção urinária que não apresenta sintomas; destas 30% evoluirão com um tipo de infecção urinária mais grave que necessitará de internação hospitalar”, informa o diretor da Clínica Genesis. Mas, se a gestante contar com o acompanhamento pré-natal, tratar esse problema será bem mais fácil e seguro. Outro problema comum e que pode ser tratado durante o pré-natal é a hipertensão arterial, presente em 10% das gestantes, sendo a maior causa de óbito materno, se não tratada previamente.
Em relação à saúde do bebê, Mathias conta que a incidência de nascimento de bebês prematuros no grupo de mães que fazem o pré-natal não chega a 10%, sendo que daquelas que não contam com o acompanhamento apropriado chega a 40%. “Quando falamos de bebês prematuros devemos pensar em maior mortalidade neonatal, maior tempo de internação com cuidados intensivos, ou seja, UTI Neonatal, maior chance de sequelas, além do desmame precoce”, diz o médico.
No pré-natal, cultive bons hábitos
• Mexa-se!
A atividade física deve ser estimulada previamente à gestação e poderá ser praticada inclusive nos primeiros meses. Entretanto, deve ser evitada a atividade física de impacto. As gestantes que não praticam uma atividade física regularmente podem iniciá-la, após o terceiro mês. “Recomendamos as atividades aeróbicas, bem como a musculação, a natação, a hidroginástica, dentre outras, mas sempre com o acompanhamento de um profissional de educação física habilitado”, conta Aléssio Calil Mathias.
• Não engorde, ganhe apenas os quilos necessários
“Deve-se evitar que a gestante ultrapasse o ganho de 12 kg. O ideal é em torno de 9 kg, ou seja, 1 kg por mês. O ganho de peso excessivo está relacionado a uma maior chance de hipertensão, diabetes e aumento de peso do bebê, podendo influir diretamente na duração do trabalho de parto e também no tipo de parto. O acompanhamento nutricional durante a gestação é fundamental”, defende o obstetra.
Sua pele revela sua idade?
Entenda cada fase da pele e confira as dicas para driblar o tempo
Você não leu errado. A pergunta é quantos anos a sua pele tem. A resposta irá depender dos cuidados e hábitos que você adotou até aqui. Pequenas atitudes ao longo dos anos podem ter feito toda a diferença - para o bem ou para o mal - e vão continuar fazendo daqui em diante.
O fato é que com o tempo a pele muda, e isso é natural. Pouco a pouco ela deixa a aparência frágil e macia da cútis de um bebê para ganhar um toque mais seco. Entenda cada fase e siga as dicas para manter a linha do tempo sob controle.
Infância
Você já deve ter conhecido alguém que considerava ter a pele de um bebê e sabe o quanto isso é um elogio para qualquer mulher. Na verdade, apesar da maciez e brilho, a pele infantil é muito frágil, sensível e exposta a alergias. Isso ocorre porque o colágeno ainda está em formação, a cútis conta com menos pelos e as glândulas responsáveis pela produção do suor ainda não estão maduras, o que a deixa propensa a irritações.
Cuidados: evite produtos com fragrância e opte por aqueles específicos para pele sensível e seca. Esteja atenta para o aparecimento de bolinhas ou lesões avermelhadas que coçam e até viram ferida, pode ser dermatite atópica. Neste caso, use um hidratante com fórmula suave e sem perfume. Nada de recorrer aos mesmos cosméticos que você utiliza porque gosta do cheirinho.
Adolescência
A palavra-chave nessa fase é "hormônio" e com a pele não é diferente. As alterações hormonais causam uma verdadeira revolução nas glândulas sebáceas e nos folículos pilosos. Nessa etapa é comum que a oleosidade seja mais intensa no couro cabeludo e na pele, a acne dê as caras e os poros ganhem uma aparência dilatada.
Cuidados: com o aumento da oleosidade, a recomendação é lavar o rosto com sabonete específico para este tipo de pele. Muito cuidado para não causar o efeito rebote, que é aquela oleosidade produzida em defesa ao ressecamento excessivo causado por muitas lavagens ou determinados produtos. Opte por sabonetes que limpem sem ressecar e que tenham fórmula suave, de preferência com extratos naturais que acalmam a pele, como calêndula e aloe vera.
Embora a cabeça do adolescente esteja centrada no presente, é preciso lembrar que hábitos errados, como a falta do uso de filtro solar, podem trazer problemas graves no futuro. Para se ter uma idéia, cerca de 80% da exposição solar de toda a vida acontece até os 18 anos de idade e os efeitos nocivos do sol são cumulativos.
20 anos
Chegou o momento em que a pele se torna plenamente madura. As células produzem grande quantidade de colágeno e elastina, garantindo sustentação e firmeza. As glândulas responsáveis pela produção de suor e sebo passam a trabalhar com mais estabilidade, fazendo com que a pele se mantenha hidratada e com textura macia.
Cuidados: a oleosidade excessiva pode ter ido embora, mas o cuidado na limpeza continua. Se sua pele ainda é oleosa, siga as dicas citadas na fase da adolescência. Caso ela seja mais sensível, escolha produtos com fórmula suave e, de preferência, sem fragrância. Isso irá garantir que a sua pele não responda ao uso dos produtos de forma alérgica. O protetor solar é imprescindível para evitar problemas mais adiante.
Evite cigarro, bebida alcoólica em excesso e poucas horas de sono. Procure ter uma alimentação balanceada e com pouca gordura. Todo o corpo irá agradecer.
30 anos
A famosa casa dos 30 traz os primeiros sinais de envelhecimento. Isso ocorre em parte porque a pele perde cerca de 10% do seu mecanismo de defesa, dando mais espaço para a perigosa atuação dos radicais livres. A renovação celular também perde força, tornando-se 20% mais lenta. É nessa fase que os resultados dos hábitos adotados até o momento irão aparecer e isso inclui o acúmulo de sol guardado na memória celular.
Cuidados: mantenha os bons hábitos mencionados na fase dos 20 anos e acrescente uma arma em seu arsenal: os retinóides. Além de acelerar a renovação celular que se torna mais lenta nessa fase, ele ainda combate as linhas finas que começam a aparecer.
Com o avanço da tecnologia, o mercado já dispõe de retinoides que oferecem ótimos resultados sem causar aqueles efeitos colaterais que antes faziam com que o tratamento fosse abandonado, como ressecamento excessivo, vermelhidão e descamação. O adapaleno é uma ótima opção e, recentemente, foi lançado em versão mais potente, com concentração de 0,3% e tolerabilidade similar a da versão anterior.
40 anos
Nesta etapa o envelhecimento é mais evidente. A espessura da pele é 50% inferior do que aos 20 anos e o tônus muscular diminui 30% a capacidade de rigidez, gerando flacidez facial. A capacidade de retenção de água também diminui, deixando a pele ressecada e desnutrida.
Cuidados: invista na hidratação, evite álcool em excesso e procure ter um sono com qualidade para que o sistema circulatório trabalhe bem. Uso de antirrugas é bem-vindo nessa fase, e os retinoides devem ser mantidos. Não tome sol sem protetor solar, pois as manchas são mais resistentes nessa idade.
Dos 50 anos em diante
As transformações iniciadas aos 40 anos se tornam mais intensas, as rugas ficam acentuadas e os lábios tendem a se tornar mais finos por causa da reabsorção óssea da mandíbula. A chegada da menopausa causa nova revolução hormonal fazendo com que a pele da mulher se torne mais fina e ressecada, e ocorre uma diminuição na produção de fibras de colágeno e elastina.
Cuidados: três palavras mágicas fazem parte dessa fase: limpeza, hidratação e proteção solar. Se as rugas incomodam muito, não é preciso se desesperar ou recorrer a técnicas invasivas, como a cirurgia plástica. Recentemente, o número de intervenções não-cirúrgicas ultrapassou o de cirurgias e isso se dá principalmente ao uso da toxina botulínica na estética. Com um procedimento rápido e simples, é possível ganhar uma aparência mais jovem. Atualmente, o mercado conta com novas opções de toxina botulínica que garantem resultados com uma aparência natural. Consulte um dermatologista para conversar sobre o assunto.
Você não leu errado. A pergunta é quantos anos a sua pele tem. A resposta irá depender dos cuidados e hábitos que você adotou até aqui. Pequenas atitudes ao longo dos anos podem ter feito toda a diferença - para o bem ou para o mal - e vão continuar fazendo daqui em diante.
O fato é que com o tempo a pele muda, e isso é natural. Pouco a pouco ela deixa a aparência frágil e macia da cútis de um bebê para ganhar um toque mais seco. Entenda cada fase e siga as dicas para manter a linha do tempo sob controle.
Infância
Você já deve ter conhecido alguém que considerava ter a pele de um bebê e sabe o quanto isso é um elogio para qualquer mulher. Na verdade, apesar da maciez e brilho, a pele infantil é muito frágil, sensível e exposta a alergias. Isso ocorre porque o colágeno ainda está em formação, a cútis conta com menos pelos e as glândulas responsáveis pela produção do suor ainda não estão maduras, o que a deixa propensa a irritações.
Cuidados: evite produtos com fragrância e opte por aqueles específicos para pele sensível e seca. Esteja atenta para o aparecimento de bolinhas ou lesões avermelhadas que coçam e até viram ferida, pode ser dermatite atópica. Neste caso, use um hidratante com fórmula suave e sem perfume. Nada de recorrer aos mesmos cosméticos que você utiliza porque gosta do cheirinho.
Adolescência
A palavra-chave nessa fase é "hormônio" e com a pele não é diferente. As alterações hormonais causam uma verdadeira revolução nas glândulas sebáceas e nos folículos pilosos. Nessa etapa é comum que a oleosidade seja mais intensa no couro cabeludo e na pele, a acne dê as caras e os poros ganhem uma aparência dilatada.
Cuidados: com o aumento da oleosidade, a recomendação é lavar o rosto com sabonete específico para este tipo de pele. Muito cuidado para não causar o efeito rebote, que é aquela oleosidade produzida em defesa ao ressecamento excessivo causado por muitas lavagens ou determinados produtos. Opte por sabonetes que limpem sem ressecar e que tenham fórmula suave, de preferência com extratos naturais que acalmam a pele, como calêndula e aloe vera.
Embora a cabeça do adolescente esteja centrada no presente, é preciso lembrar que hábitos errados, como a falta do uso de filtro solar, podem trazer problemas graves no futuro. Para se ter uma idéia, cerca de 80% da exposição solar de toda a vida acontece até os 18 anos de idade e os efeitos nocivos do sol são cumulativos.
20 anos
Chegou o momento em que a pele se torna plenamente madura. As células produzem grande quantidade de colágeno e elastina, garantindo sustentação e firmeza. As glândulas responsáveis pela produção de suor e sebo passam a trabalhar com mais estabilidade, fazendo com que a pele se mantenha hidratada e com textura macia.
Cuidados: a oleosidade excessiva pode ter ido embora, mas o cuidado na limpeza continua. Se sua pele ainda é oleosa, siga as dicas citadas na fase da adolescência. Caso ela seja mais sensível, escolha produtos com fórmula suave e, de preferência, sem fragrância. Isso irá garantir que a sua pele não responda ao uso dos produtos de forma alérgica. O protetor solar é imprescindível para evitar problemas mais adiante.
Evite cigarro, bebida alcoólica em excesso e poucas horas de sono. Procure ter uma alimentação balanceada e com pouca gordura. Todo o corpo irá agradecer.
30 anos
A famosa casa dos 30 traz os primeiros sinais de envelhecimento. Isso ocorre em parte porque a pele perde cerca de 10% do seu mecanismo de defesa, dando mais espaço para a perigosa atuação dos radicais livres. A renovação celular também perde força, tornando-se 20% mais lenta. É nessa fase que os resultados dos hábitos adotados até o momento irão aparecer e isso inclui o acúmulo de sol guardado na memória celular.
Cuidados: mantenha os bons hábitos mencionados na fase dos 20 anos e acrescente uma arma em seu arsenal: os retinóides. Além de acelerar a renovação celular que se torna mais lenta nessa fase, ele ainda combate as linhas finas que começam a aparecer.
Com o avanço da tecnologia, o mercado já dispõe de retinoides que oferecem ótimos resultados sem causar aqueles efeitos colaterais que antes faziam com que o tratamento fosse abandonado, como ressecamento excessivo, vermelhidão e descamação. O adapaleno é uma ótima opção e, recentemente, foi lançado em versão mais potente, com concentração de 0,3% e tolerabilidade similar a da versão anterior.
40 anos
Nesta etapa o envelhecimento é mais evidente. A espessura da pele é 50% inferior do que aos 20 anos e o tônus muscular diminui 30% a capacidade de rigidez, gerando flacidez facial. A capacidade de retenção de água também diminui, deixando a pele ressecada e desnutrida.
Cuidados: invista na hidratação, evite álcool em excesso e procure ter um sono com qualidade para que o sistema circulatório trabalhe bem. Uso de antirrugas é bem-vindo nessa fase, e os retinoides devem ser mantidos. Não tome sol sem protetor solar, pois as manchas são mais resistentes nessa idade.
Dos 50 anos em diante
As transformações iniciadas aos 40 anos se tornam mais intensas, as rugas ficam acentuadas e os lábios tendem a se tornar mais finos por causa da reabsorção óssea da mandíbula. A chegada da menopausa causa nova revolução hormonal fazendo com que a pele da mulher se torne mais fina e ressecada, e ocorre uma diminuição na produção de fibras de colágeno e elastina.
Cuidados: três palavras mágicas fazem parte dessa fase: limpeza, hidratação e proteção solar. Se as rugas incomodam muito, não é preciso se desesperar ou recorrer a técnicas invasivas, como a cirurgia plástica. Recentemente, o número de intervenções não-cirúrgicas ultrapassou o de cirurgias e isso se dá principalmente ao uso da toxina botulínica na estética. Com um procedimento rápido e simples, é possível ganhar uma aparência mais jovem. Atualmente, o mercado conta com novas opções de toxina botulínica que garantem resultados com uma aparência natural. Consulte um dermatologista para conversar sobre o assunto.
Dengue: atenção redobrada na chegada do verão
Casos da doença diminuem no Brasil, mas cuidados e prevenção devem continuar
A chegada do verão traz de volta o medo de epidemias de dengue. Por isso, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de combate à doença, que inclui a universalização dos protocolos de conduta e a notificação online de casos.
Segundo dados do Ministério, houve redução de 47,9% nas notificações em 2009, em comparação a 2008. O destaque foi o Rio de Janeiro, com a maior queda (96,2%). Em São Paulo, a redução foi de apenas 10%. Já em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os poucos registros da doença foram de casos de pessoas que contraíram a doença em outras regiões.
No entanto, Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul registraram aumento. De acordo com o boletim, esses estados mais Minas Gerais e Goiás, concentraram 76,9% das notificações de 2009.
Segundo Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Lavoisier Medicina Diagnóstica / DASA, os próximos
meses serão cruciais. "É um período que ocorre maior incidência de chuvas, o que favorece a proliferação da doença porque a fêmea do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, deposita seus ovos em poças de água limpa" afirma o especialista.
Sob a coordenação e financiamento do Ministério da Saúde, os Estados e os Municípios têm investido em ações para combater a doença que consistem, principalmente, na eliminação dos focos de proliferação do mosquito transmissor. Como ele vive dentro das casas e têm hábitos diurnos, pequenas poças acumuladas dentro das residências ou nos quintais, como pneus velhos, vasos de planta e garrafas passam a ser reservatórios potenciais para ovos e larvas, o que facilita a proliferação.
Ao picar uma pessoa infectada pelo vírus da dengue, o mosquito se torna transmissor ao picar outras pessoas, passando o vírus que se aloja em suas glândulas salivares.
Além das campanhas de conscientização e ações de controle do mosquito, outras medidas como o saneamento básico devem ser priorizadas em áreas carentes em todas as grandes e médias cidades, inclusive com a oferta de água encanada e tratamento adequado do esgoto e coleta de lixo. "Essas medidas são essenciais no controle dos focos nas regiões mais carentes destas cidades", conclui o Dr. Chebabo.
Dicas importantes para prevenir a proliferação da dengue
- Cobrir qualquer local em que haja água acumulada, como caixas de água e tonéis;
- Não guardar pneus em áreas abertas;
- Manter as lajes cobertas, sem poça de água e esfregá-las, diariamente, com vassoura;
- Guardar as garrafas de cabeça para baixo;
- Manter os pratos em vasos de plantas sem água ou com um pouco de areia;
- Esfregar, com bucha, recipientes que tenham plantas aquáticas
Sintomas
A partir da picada do mosquito infectado, o período de incubação da doença, em sintomas, é de 7 a 10 dias. Os primeiros sinais da doença são febre, dor de cabeça e incômodo atrás dos olhos. Na seqüência, surgem vermelhidão e coceira pelo corpo.
Vírus
Existem quatro sorotipos diferentes do vírus. No Brasil, estão em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem já contraiu um sorotipo não se infecta novamente pelo mesmo, mas ainda está susceptível aos outros. A dengue é mais grave quando uma pessoa que já contraiu anteriormente um sorotipo apresenta a doença pela segunda vez por um sorotipo diferente, o que pode causar a dengue hemorrágica. Neste caso, há possibilidade de haver manifestações hemorrágicas, como pequenas manchas avermelhadas por todo o corpo, hematomas e queda da pressão arterial, aumentando a gravidade da doença. Quando isto ocorrer, deve-se, imediatamente, procurar atendimento médico.
O sorotipo quatro do vírus ainda não foi detectado no Brasil, mas está presente em vários países vizinhos, como Venezuela, Peru e Guiana Francesa.
Exames para o diagnóstico da doença
- Hemograma
- Sorologia, para determinar se a pessoa possui anticorpos contra o vírus da dengue
- Tipagem do vírus, que determina o sorotipo pelo método de PCR
Tratamento
O tratamento depende da gravidade da doença, que pode variar desde um simples repouso e analgésicos até a internação e reposição de líquidos na veia por soro. É importante dizer que a pessoa com manifestação de Dengue não deve utilizar medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico (como AAS e Aspirina, por exemplo), pois apresentam substâncias que podem aumentar o risco de hemorragias.
A chegada do verão traz de volta o medo de epidemias de dengue. Por isso, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de combate à doença, que inclui a universalização dos protocolos de conduta e a notificação online de casos.
Segundo dados do Ministério, houve redução de 47,9% nas notificações em 2009, em comparação a 2008. O destaque foi o Rio de Janeiro, com a maior queda (96,2%). Em São Paulo, a redução foi de apenas 10%. Já em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os poucos registros da doença foram de casos de pessoas que contraíram a doença em outras regiões.
No entanto, Acre, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul registraram aumento. De acordo com o boletim, esses estados mais Minas Gerais e Goiás, concentraram 76,9% das notificações de 2009.
Segundo Dr. Alberto Chebabo, infectologista do Lavoisier Medicina Diagnóstica / DASA, os próximos
meses serão cruciais. "É um período que ocorre maior incidência de chuvas, o que favorece a proliferação da doença porque a fêmea do mosquito transmissor da dengue, Aedes aegypti, deposita seus ovos em poças de água limpa" afirma o especialista.
Sob a coordenação e financiamento do Ministério da Saúde, os Estados e os Municípios têm investido em ações para combater a doença que consistem, principalmente, na eliminação dos focos de proliferação do mosquito transmissor. Como ele vive dentro das casas e têm hábitos diurnos, pequenas poças acumuladas dentro das residências ou nos quintais, como pneus velhos, vasos de planta e garrafas passam a ser reservatórios potenciais para ovos e larvas, o que facilita a proliferação.
Ao picar uma pessoa infectada pelo vírus da dengue, o mosquito se torna transmissor ao picar outras pessoas, passando o vírus que se aloja em suas glândulas salivares.
Além das campanhas de conscientização e ações de controle do mosquito, outras medidas como o saneamento básico devem ser priorizadas em áreas carentes em todas as grandes e médias cidades, inclusive com a oferta de água encanada e tratamento adequado do esgoto e coleta de lixo. "Essas medidas são essenciais no controle dos focos nas regiões mais carentes destas cidades", conclui o Dr. Chebabo.
Dicas importantes para prevenir a proliferação da dengue
- Cobrir qualquer local em que haja água acumulada, como caixas de água e tonéis;
- Não guardar pneus em áreas abertas;
- Manter as lajes cobertas, sem poça de água e esfregá-las, diariamente, com vassoura;
- Guardar as garrafas de cabeça para baixo;
- Manter os pratos em vasos de plantas sem água ou com um pouco de areia;
- Esfregar, com bucha, recipientes que tenham plantas aquáticas
Sintomas
A partir da picada do mosquito infectado, o período de incubação da doença, em sintomas, é de 7 a 10 dias. Os primeiros sinais da doença são febre, dor de cabeça e incômodo atrás dos olhos. Na seqüência, surgem vermelhidão e coceira pelo corpo.
Vírus
Existem quatro sorotipos diferentes do vírus. No Brasil, estão em circulação os sorotipos 1, 2 e 3. Quem já contraiu um sorotipo não se infecta novamente pelo mesmo, mas ainda está susceptível aos outros. A dengue é mais grave quando uma pessoa que já contraiu anteriormente um sorotipo apresenta a doença pela segunda vez por um sorotipo diferente, o que pode causar a dengue hemorrágica. Neste caso, há possibilidade de haver manifestações hemorrágicas, como pequenas manchas avermelhadas por todo o corpo, hematomas e queda da pressão arterial, aumentando a gravidade da doença. Quando isto ocorrer, deve-se, imediatamente, procurar atendimento médico.
O sorotipo quatro do vírus ainda não foi detectado no Brasil, mas está presente em vários países vizinhos, como Venezuela, Peru e Guiana Francesa.
Exames para o diagnóstico da doença
- Hemograma
- Sorologia, para determinar se a pessoa possui anticorpos contra o vírus da dengue
- Tipagem do vírus, que determina o sorotipo pelo método de PCR
Tratamento
O tratamento depende da gravidade da doença, que pode variar desde um simples repouso e analgésicos até a internação e reposição de líquidos na veia por soro. É importante dizer que a pessoa com manifestação de Dengue não deve utilizar medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico (como AAS e Aspirina, por exemplo), pois apresentam substâncias que podem aumentar o risco de hemorragias.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Teste para detecção de fibrose cística passa a ser obrigatório em São Paulo
Medida é uma das três partes integrantes do "teste do pézinho" que, em São Paulo, não vinha sendo cumprida
A União, o estado e o município de São Paulo estão obrigados a implantar e realizar, no prazo de 90 dias, a triagem neonatal para o diagnóstico da fibrose cística em todos os recém-nascidos neste estado. A decisão é do juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal Cível de São Paulo, tomada na última sexta-feira. As informações foram divulgadas pela Justiça Federal em São Paulo.
O Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo alegou na ação que o Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN), popularmente conhecido como “teste do pezinho”, não estava sendo feito completamente. Em SP, a terceira e última etapa do teste, que detecta a fibrose cística, não vinha sendo realizada.
A fase 1 do teste detecta a fenilcetonúria e o hipotireoidismo congênito; a fase 2, a fenilcetonúria, o hipotireoidismo congênito, doenças falciformes e outras hemoglobinopatias; a fase 3, a fenilcetonúria, o hipotireoidismo congênito, as doenças falciformes e outras hemoglobinopatias, e a fibrose cística.
Desde a criação do PNTN, o estado de São Paulo apenas realiza os testes das fases 1 e 2 do PNTN, e não avançou à fase 3. Porém, tem o maior número de casos de fibrose cística do país.
O juiz João Batista acolheu os argumentos do MPF e decidiu pela realização total do exame liminarmente, “já que da omissão do Poder Público decorrerão situações irreversíveis, comprometendo a saúde e a própria vida de recém-nascidos no estado de São Paulo”, diz o texto da decisão.
União, estado e município, responsáveis pelo teste, deverão cumprir a decisão em 90 dias e terão ainda de fornecer gratuitamente todo e qualquer medicamento, insumos e prestar adequado atendimento médico e garantir o custeio de toda despesa das pessoas portadoras de fibrose cística, em todas as suas fases.
A fibrose cística, também conhecida como mucoviscidose, é uma doença genética causada por um distúrbio nas secreções de algumas glândulas. Nos pacientes afetados, as glândulas exócrinas produzem uma secreção muito mais espessa do que nas crianças normais.
Bruno Bocchini
Agência Brasil
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Ministério da Saúde destina mais R$ 98,3 milhões para tratamento de usuários de álcool e drogas
O Ministério da Saúde aumentou em 31,85% o valor das diárias pagas por paciente internado em hospitais psiquiátricos e gerais. Também destinou R$ 98,3 milhões para internações curtas (até 20 dias) de pacientes com transtornos mentais ou para tratamento de usuários de álcool e drogas, de acordo com portarias publicadas ontem, no Diário Oficial da União.
Em junho deste ano, o ministro já havia anunciado R$ 117 milhões para o Plano Emergencial de Ampliação do Acesso para Tratamento de Álcool e Drogas (PEAD 2009-2010). Com o reforço financeiro dado agora, os investimentos para o setor chegam a R$ 215,3 milhões, o que permite a criação de mais 73 centros de atendimento psiquiátrico país afora.
Com isso, o país passa a ter 1.467 desses centros, com aumento de 246% em relação a 2002, segundo o coordenador-geral da área técnica de Saúde Mental do ministério, Pedro Gabriel Delgado. “Passamos, em sete anos, de uma cobertura de atendimento em saúde mental de 21% da população para 60%”, com parâmetro em um centro para cada grupo de 100 mil habitantes”, disse ele.
O valor das diárias de internação nos hospitais gerais sobe de R$ 42,47 para R$ 56,00, e nos hospitais psiquiátricos as diárias que hoje variam de R$ 29,90 a R$ 45,21 passam a vigorar com preços entre R$ 35,58 e R$ 49,70. A expectativa é de que, com o a reajuste, os hospitais ampliem os atuais 2.573 leitos para tratamento de saúde mental em mais cerca de 2.300 novos leitos.
Agência Brasil
Em junho deste ano, o ministro já havia anunciado R$ 117 milhões para o Plano Emergencial de Ampliação do Acesso para Tratamento de Álcool e Drogas (PEAD 2009-2010). Com o reforço financeiro dado agora, os investimentos para o setor chegam a R$ 215,3 milhões, o que permite a criação de mais 73 centros de atendimento psiquiátrico país afora.
Com isso, o país passa a ter 1.467 desses centros, com aumento de 246% em relação a 2002, segundo o coordenador-geral da área técnica de Saúde Mental do ministério, Pedro Gabriel Delgado. “Passamos, em sete anos, de uma cobertura de atendimento em saúde mental de 21% da população para 60%”, com parâmetro em um centro para cada grupo de 100 mil habitantes”, disse ele.
O valor das diárias de internação nos hospitais gerais sobe de R$ 42,47 para R$ 56,00, e nos hospitais psiquiátricos as diárias que hoje variam de R$ 29,90 a R$ 45,21 passam a vigorar com preços entre R$ 35,58 e R$ 49,70. A expectativa é de que, com o a reajuste, os hospitais ampliem os atuais 2.573 leitos para tratamento de saúde mental em mais cerca de 2.300 novos leitos.
Agência Brasil
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
As 7 vantagens do uso de lenços umedecidos
Higiene íntima, limpeza facial, refrescante pós-barba, hidratantes. Essas são algumas das muitas utilidades que um simples lenço umedecido pode oferecer às pessoas que prezam pela higiene, limpeza e refrescância da pele de forma prática e rápida. Poucas são as que conhecem as vantagens desse produto de personal care, pois acabam relacionando-o apenas a algo destinado aos bebês para o uso durante o período em que as mães precisam realizar a troca de fraldas.
O mercado de lenços umedecidos realmente é muito diversificado e oferece diversas opções para o seguimento "Baby", mas já está expandido para outros públicos importantes, como crianças mais velhas, mulheres que procuram proteção e conforto, adultos com diferentes necessidades e até mesmo profissionais da área de saúde.
Atualmente, o ritmo acelerado do dia-a-dia faz com que as pessoas precisem cada vez mais de produtos práticos e simples para a higiene pessoal. Isso se aplica a diferentes situações como, por exemplo, aos homens que gostariam de algo para manter a pele limpa e se refrescar do suor; às mulheres que não encontram um demaquilante não-oleoso que se ajuste ao seu tipo de pele e também que proporcione a sensação de refrescância; às crianças que brincam e acabam se sujando nos mais diversos lugares e situações; e, até mesmo, aos profissionais da saúde que precisam higienizar os pacientes impossibilitados de sair do leito.
As aplicabilidades e as vantagens desse produto que é, ao mesmo tempo, tradicional e inovador, são muitas. Entre elas, acredito que sete merecem destaque:
· Limpeza que cabe bolso - Não é em todo lugar que podemos garantir nossa limpeza facial, corporal ou íntima do modo como gostaríamos. Não há nada mais desagradável que chegarmos em uma reunião empresarial, por exemplo, tomados pelo suor do calor excessivo ou então com a pele brilhando por conta da oleosidade ou poluição que nos atinge. Para que estejamos sempre com aparência limpa e agradável, foram desenvolvidos lenços refrescantes em embalagens práticas e discretas que cabem dentro do bolso;
· Praticidade na limpeza da sujeira - Imagine-se na seguinte situação: você e sua família decidiram fazer um piquenique no parque e seu filho acaba sujando o corpo com algum tipo de alimento. Não há água por perto e a toalha que trouxe não serve para tirar toda a sujeira. Ao invés de gastar a sua água potável na limpeza da criança, a mãe prevenida pode usar lenços umedecidos especiais para a limpeza corporal, que tira a gordura, limpa e hidrata;
· Refrescância pós-barba - Os homens sabem que o pós-barba é um momento em que a pele fica sensível. Alguns jogam muita água no rosto, outros passam apenas a toalha ou então se enchem de produtos que acabam irritando ainda mais a pele. Ao invés disso, o lenço umedecido refrescante pós-barba, com ingredientes especiais específicos para a pele masculina, age para limpar, refrescar e fechar os poros, proporcionando uma pele mais bonita e bem cuidada.
· Livre-se da oleosidade ou ressecamento de sua pele - Assim como produtos de estética, desenvolvidos para todos os tipos de pele, os lenços umedecidos também tem essa função. Há os que tiram o óleo acumulado sobre a derme, camada mais externa da pele, e garantem a sensação de frescor por um longo período de tempo; assim como aqueles destinados às peles mais ressecadas, que precisam de tonificação e hidratação. Basta apenas encontrar o mais adequado para o seu tipo de pele;
· Cuidado íntimo - Durante o dia, e mais intensamente no período menstrual, as mulheres sentem-se incomodadas e precisam de uma limpeza mais eficaz. Hoje carregar um pacote de lenços umedecidos de higiene íntima na bolsa já está se tornando um hábito comum. Isso porque esse produto prático contém fórmula suave, enriquecida de extratos especiais que proporcionam uma agradável sensação de frescor;
· Leve na sua mala de viagem - Já pensou se existisse um protetor solar mais prático que os tradicionais cremes, que levam muito tempo para espalhar no corpo? Isso já não é mais um desejo utópico, duas grandes novidades são os lenços umedecidos com agentes para proteção solar e para repelir insetos. O uso é muito simples, fácil e econômico. Você fica protegido apenas passando lenços pelo corpo;
· Economize água - Um dos temas mais tratados hoje é o uso irracional da água. Por ser uma fonte esgotável e essencial para a sobrevivência do ser humano, é preocupante o fato de imaginar que ela pode acabar em um futuro próximo. Hoje usamos água de forma abundante em diversas situações. O uso responsável dela deve ser entendido e aplicado em todas as situações do nosso dia-a-dia e incorporado aos nossos hábitos como: tomar banho, escovar os dentes, limpar a calçadas, os carros e até na higiene diária de adultos e crianças. Os lenços umedecidos foram desenvolvidos com a finalidade de proporcionar uma higiene adequada, prática e ambientalmente correta.
Nota do Editor: Alejandra Orenstein é atual Diretora de Marketing e Vendas da Lençobrás, indústria especializada na fabricação de lenços umedecidos, que possui a mais completa linha de produtos e tecnologia, para o setor, da América Latina. Possui experiência de mais de 15 anos no mercado de Personal Care nas áreas comerciais e desenvolvimento de produtos.
O mercado de lenços umedecidos realmente é muito diversificado e oferece diversas opções para o seguimento "Baby", mas já está expandido para outros públicos importantes, como crianças mais velhas, mulheres que procuram proteção e conforto, adultos com diferentes necessidades e até mesmo profissionais da área de saúde.
Atualmente, o ritmo acelerado do dia-a-dia faz com que as pessoas precisem cada vez mais de produtos práticos e simples para a higiene pessoal. Isso se aplica a diferentes situações como, por exemplo, aos homens que gostariam de algo para manter a pele limpa e se refrescar do suor; às mulheres que não encontram um demaquilante não-oleoso que se ajuste ao seu tipo de pele e também que proporcione a sensação de refrescância; às crianças que brincam e acabam se sujando nos mais diversos lugares e situações; e, até mesmo, aos profissionais da saúde que precisam higienizar os pacientes impossibilitados de sair do leito.
As aplicabilidades e as vantagens desse produto que é, ao mesmo tempo, tradicional e inovador, são muitas. Entre elas, acredito que sete merecem destaque:
· Limpeza que cabe bolso - Não é em todo lugar que podemos garantir nossa limpeza facial, corporal ou íntima do modo como gostaríamos. Não há nada mais desagradável que chegarmos em uma reunião empresarial, por exemplo, tomados pelo suor do calor excessivo ou então com a pele brilhando por conta da oleosidade ou poluição que nos atinge. Para que estejamos sempre com aparência limpa e agradável, foram desenvolvidos lenços refrescantes em embalagens práticas e discretas que cabem dentro do bolso;
· Praticidade na limpeza da sujeira - Imagine-se na seguinte situação: você e sua família decidiram fazer um piquenique no parque e seu filho acaba sujando o corpo com algum tipo de alimento. Não há água por perto e a toalha que trouxe não serve para tirar toda a sujeira. Ao invés de gastar a sua água potável na limpeza da criança, a mãe prevenida pode usar lenços umedecidos especiais para a limpeza corporal, que tira a gordura, limpa e hidrata;
· Refrescância pós-barba - Os homens sabem que o pós-barba é um momento em que a pele fica sensível. Alguns jogam muita água no rosto, outros passam apenas a toalha ou então se enchem de produtos que acabam irritando ainda mais a pele. Ao invés disso, o lenço umedecido refrescante pós-barba, com ingredientes especiais específicos para a pele masculina, age para limpar, refrescar e fechar os poros, proporcionando uma pele mais bonita e bem cuidada.
· Livre-se da oleosidade ou ressecamento de sua pele - Assim como produtos de estética, desenvolvidos para todos os tipos de pele, os lenços umedecidos também tem essa função. Há os que tiram o óleo acumulado sobre a derme, camada mais externa da pele, e garantem a sensação de frescor por um longo período de tempo; assim como aqueles destinados às peles mais ressecadas, que precisam de tonificação e hidratação. Basta apenas encontrar o mais adequado para o seu tipo de pele;
· Cuidado íntimo - Durante o dia, e mais intensamente no período menstrual, as mulheres sentem-se incomodadas e precisam de uma limpeza mais eficaz. Hoje carregar um pacote de lenços umedecidos de higiene íntima na bolsa já está se tornando um hábito comum. Isso porque esse produto prático contém fórmula suave, enriquecida de extratos especiais que proporcionam uma agradável sensação de frescor;
· Leve na sua mala de viagem - Já pensou se existisse um protetor solar mais prático que os tradicionais cremes, que levam muito tempo para espalhar no corpo? Isso já não é mais um desejo utópico, duas grandes novidades são os lenços umedecidos com agentes para proteção solar e para repelir insetos. O uso é muito simples, fácil e econômico. Você fica protegido apenas passando lenços pelo corpo;
· Economize água - Um dos temas mais tratados hoje é o uso irracional da água. Por ser uma fonte esgotável e essencial para a sobrevivência do ser humano, é preocupante o fato de imaginar que ela pode acabar em um futuro próximo. Hoje usamos água de forma abundante em diversas situações. O uso responsável dela deve ser entendido e aplicado em todas as situações do nosso dia-a-dia e incorporado aos nossos hábitos como: tomar banho, escovar os dentes, limpar a calçadas, os carros e até na higiene diária de adultos e crianças. Os lenços umedecidos foram desenvolvidos com a finalidade de proporcionar uma higiene adequada, prática e ambientalmente correta.
Nota do Editor: Alejandra Orenstein é atual Diretora de Marketing e Vendas da Lençobrás, indústria especializada na fabricação de lenços umedecidos, que possui a mais completa linha de produtos e tecnologia, para o setor, da América Latina. Possui experiência de mais de 15 anos no mercado de Personal Care nas áreas comerciais e desenvolvimento de produtos.
Carência tropical
Pesquisas feitas na USP identificam altos índices de deficiência de vitamina D na população geral, mesmo entre os mais jovens. Carência tem sido associada ao maior risco de contrair diversas doenças. Cerca de 90% da absorção da vitamina D se dá pela exposição à luz solar, com o restante sendo resultado da alimentação
Ao investigar a carência de vitamina D em moradores da cidade de São Paulo, uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em parceria com o Hospital Universitário, verificou que 77,4% dos analisados apresentavam o problema.
Participaram 603 voluntários (118 homens e 485 mulheres) no estudo cujo objetivo foi estabelecer quais fatores estão associados à hipovitaminose D no organismo. A média registrada da vitamina foi de 21,4 ng/ml, bem abaixo da recomendada, que é de 30 ng/ml. A análise foi feita no fim do inverno, após um período em que a exposição à luz solar é menor.
Meses depois, no fim do verão, retornaram para coleta de sangue 219 voluntários, dos quais 39 homens e 180 mulheres. Apesar da maior exposição à luz solar, e da consequente sintetização da vitamina no organismo, a pesquisa identificou a deficiência da vitamina D em 39,6% dos analisados.
Apesar da redução, segundo Rosa Maria Affonso Moysés, médica e pesquisadora do Hospital das Clínicas da FMUSP e coordenadora do estudo, o número ainda foi muito elevado, considerando a latitude em que São Paulo se encontra e a comparação com cidades do hemisfério Norte.
“Estamos em uma área subtropical e, por conta disso, imaginávamos que a exposição solar fosse suficiente para que não houvesse um número tão elevado de hipovitaminose”, disse.
O estudo, intitulado “Determinação de níveis séricos de vitamina D em uma amostra de indivíduos saudáveis da população brasileira”, teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp) na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular e foi concluído este ano. Rosa coordena outros três projetos na mesma modalidade, iniciados em 2008 e 2009.
A seleção dos voluntários incluiu pacientes de rotina do Hospital das Clínicas, funcionários da USP que realizam o exame médico anual e estudantes com idades entre 18 a 30 anos.
“Os critérios de inclusão foram extremamente rígidos. Os pacientes não podiam ter doença renal ou cardíaca. O máximo que poderiam ter era diabetes e hipertensão controladas, ou seja, tratavam-se de pessoas estáveis do ponto de vista clínico”, disse à Agência FAPESP.
O estudo apontou condições associadas à maior prevalência de hipovitaminose D, como idade, presença de hipertensão arterial, maior índice de massa corporal e cor de pele negra. “Também chamou a atenção que quanto mais idoso maior a prevalência. Mas, mesmo entre os jovens, até 30 anos, o índice foi muito elevado”, disse.
Pouco sol
Outro estudo, feito na Faculdade de Saúde Pública da USP, verificou a insuficiência da vitamina D entre os jovens. O trabalho foi feito por Bárbara Santarosa Emo Peters e orientado pela professora Lígia Araújo Martini, com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Doutorado.
O estudo avaliou a quantidade de vitamina D em 136 adolescentes em Indaiatuba, interior de São Paulo, e constatou que 62% tinham insuficiência da vitamina.
Cerca de 90% da absorção da vitamina D se dá pela exposição à luz solar, com o restante sendo resultado da alimentação. Segundo o estudo, nenhum dos jovens que participou da pesquisa ingeria a quantidade recomendada de vitamina D. Alimentos como salmão, sardinha, leite e derivados (somente os integrais) possuem a vitamina.
Por meio das entrevistas com os participantes, Bárbara percebeu que muitos não tomavam café da manhã para poder dormir um pouco mais antes de ir à escola. Quem tomava café da manhã todo dia ingeria quase o dobro de vitamina D do que quem não tomava. Os adolescentes que praticavam esportes ao ar livre também apresentaram maiores níveis da vitamina.
O estudo de Bárbara foi premiado no 8º Congresso Iberoamericano de Osteologia e Metabolismo Mineral e ganhou o Young Investigator Award do The American Society for Bone and Mineral Research.
Problemas renais
Rosa Moysés lembra que portadores de doença renal apresentam prevalência alta de deficiência da vitamina D. Na nefrologia existe até mesmo uma área específica que estuda o metabolismo mineral nos indivíduos com problemas renais.
“Por conta disso, resolvemos ampliar o estudo para pessoas consideradas saudáveis e observamos que a deficiência entre os portadores de doença renal já não é muito diferente da observada na população em geral”, disse.
Outro resultado importante é que os voluntários com hipovitaminose apresentavam maiores níveis de paratormônio, hormônio responsável pela regulação dos níveis de cálcio no organismo.
De acordo com a nefrologista, o alto índice desse hormônio é uma resposta à diminuição dos níveis de vitamina D. Todas as vezes que os níveis de cálcio caem há maior secreção de paratormônio.
“Os efeitos dessa elevação a longo prazo não são totalmente conhecidos, mas pode haver um risco maior de desenvolvimento de osteoporose e de doenças cardiovasculares. Esses achados estão previamente associados ao que chamamos de hiperparatireoidismo secundário”, apontou.
Reposição
Diversos estudos recentes têm associado a deficiência da vitamina D a riscos de doenças, como hipertensão, gripe ou cardiovasculares.
Uma das pesquisas, apresentada em setembro na 63ª Conferência de Pesquisa em Pressão Alta da Associação Norte-Americana do Coração, apontou que mulheres em pré-menopausa com insuficiência da vitamina em 1993 apresentaram risco três vezes maior de desenvolver hipertensão arterial sistólica 15 anos depois, em comparação com aquelas que tinham níveis normais.
Por conta disso Rosa lembra que em alguns países, como Noruega, Finlândia, Dinamarca e Suécia, a reposição da vitamina D se tornou comum. “Se fizermos um estudo comparativo, certamente não vamos encontrar uma hipovitaminose tão alta quanto a nossa nesses países, porque já é parte da cultura deles usarem alimentos ricos em vitamina D ou suplementos”, disse.
A pesquisadora conta que os dados da pesquisa estão sendo concluídos para publicação em revista. Diante dos resultados obtidos, o Departamento de Clínica Médica da FMUSP pretende fazer um estudo mais amplo, acompanhando os voluntários por um período maior e envolvendo outras áreas médicas para estudar os vários aspectos da deficiência da vitamina D.
“Os resultados serão encaminhados para órgãos públicos para avaliação e eventual desenvolvimento de políticas públicas de suplementação ou fortificação alimentar com vitamina D, principalmente nas populações de risco, como idosos, obesos, não brancos e hipertensos”, adiantou Rosa.
Alex Sander Alcântara
Agência Fapesp
Ao investigar a carência de vitamina D em moradores da cidade de São Paulo, uma pesquisa realizada na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em parceria com o Hospital Universitário, verificou que 77,4% dos analisados apresentavam o problema.
Participaram 603 voluntários (118 homens e 485 mulheres) no estudo cujo objetivo foi estabelecer quais fatores estão associados à hipovitaminose D no organismo. A média registrada da vitamina foi de 21,4 ng/ml, bem abaixo da recomendada, que é de 30 ng/ml. A análise foi feita no fim do inverno, após um período em que a exposição à luz solar é menor.
Meses depois, no fim do verão, retornaram para coleta de sangue 219 voluntários, dos quais 39 homens e 180 mulheres. Apesar da maior exposição à luz solar, e da consequente sintetização da vitamina no organismo, a pesquisa identificou a deficiência da vitamina D em 39,6% dos analisados.
Apesar da redução, segundo Rosa Maria Affonso Moysés, médica e pesquisadora do Hospital das Clínicas da FMUSP e coordenadora do estudo, o número ainda foi muito elevado, considerando a latitude em que São Paulo se encontra e a comparação com cidades do hemisfério Norte.
“Estamos em uma área subtropical e, por conta disso, imaginávamos que a exposição solar fosse suficiente para que não houvesse um número tão elevado de hipovitaminose”, disse.
O estudo, intitulado “Determinação de níveis séricos de vitamina D em uma amostra de indivíduos saudáveis da população brasileira”, teve apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp) na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular e foi concluído este ano. Rosa coordena outros três projetos na mesma modalidade, iniciados em 2008 e 2009.
A seleção dos voluntários incluiu pacientes de rotina do Hospital das Clínicas, funcionários da USP que realizam o exame médico anual e estudantes com idades entre 18 a 30 anos.
“Os critérios de inclusão foram extremamente rígidos. Os pacientes não podiam ter doença renal ou cardíaca. O máximo que poderiam ter era diabetes e hipertensão controladas, ou seja, tratavam-se de pessoas estáveis do ponto de vista clínico”, disse à Agência FAPESP.
O estudo apontou condições associadas à maior prevalência de hipovitaminose D, como idade, presença de hipertensão arterial, maior índice de massa corporal e cor de pele negra. “Também chamou a atenção que quanto mais idoso maior a prevalência. Mas, mesmo entre os jovens, até 30 anos, o índice foi muito elevado”, disse.
Pouco sol
Outro estudo, feito na Faculdade de Saúde Pública da USP, verificou a insuficiência da vitamina D entre os jovens. O trabalho foi feito por Bárbara Santarosa Emo Peters e orientado pela professora Lígia Araújo Martini, com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Doutorado.
O estudo avaliou a quantidade de vitamina D em 136 adolescentes em Indaiatuba, interior de São Paulo, e constatou que 62% tinham insuficiência da vitamina.
Cerca de 90% da absorção da vitamina D se dá pela exposição à luz solar, com o restante sendo resultado da alimentação. Segundo o estudo, nenhum dos jovens que participou da pesquisa ingeria a quantidade recomendada de vitamina D. Alimentos como salmão, sardinha, leite e derivados (somente os integrais) possuem a vitamina.
Por meio das entrevistas com os participantes, Bárbara percebeu que muitos não tomavam café da manhã para poder dormir um pouco mais antes de ir à escola. Quem tomava café da manhã todo dia ingeria quase o dobro de vitamina D do que quem não tomava. Os adolescentes que praticavam esportes ao ar livre também apresentaram maiores níveis da vitamina.
O estudo de Bárbara foi premiado no 8º Congresso Iberoamericano de Osteologia e Metabolismo Mineral e ganhou o Young Investigator Award do The American Society for Bone and Mineral Research.
Problemas renais
Rosa Moysés lembra que portadores de doença renal apresentam prevalência alta de deficiência da vitamina D. Na nefrologia existe até mesmo uma área específica que estuda o metabolismo mineral nos indivíduos com problemas renais.
“Por conta disso, resolvemos ampliar o estudo para pessoas consideradas saudáveis e observamos que a deficiência entre os portadores de doença renal já não é muito diferente da observada na população em geral”, disse.
Outro resultado importante é que os voluntários com hipovitaminose apresentavam maiores níveis de paratormônio, hormônio responsável pela regulação dos níveis de cálcio no organismo.
De acordo com a nefrologista, o alto índice desse hormônio é uma resposta à diminuição dos níveis de vitamina D. Todas as vezes que os níveis de cálcio caem há maior secreção de paratormônio.
“Os efeitos dessa elevação a longo prazo não são totalmente conhecidos, mas pode haver um risco maior de desenvolvimento de osteoporose e de doenças cardiovasculares. Esses achados estão previamente associados ao que chamamos de hiperparatireoidismo secundário”, apontou.
Reposição
Diversos estudos recentes têm associado a deficiência da vitamina D a riscos de doenças, como hipertensão, gripe ou cardiovasculares.
Uma das pesquisas, apresentada em setembro na 63ª Conferência de Pesquisa em Pressão Alta da Associação Norte-Americana do Coração, apontou que mulheres em pré-menopausa com insuficiência da vitamina em 1993 apresentaram risco três vezes maior de desenvolver hipertensão arterial sistólica 15 anos depois, em comparação com aquelas que tinham níveis normais.
Por conta disso Rosa lembra que em alguns países, como Noruega, Finlândia, Dinamarca e Suécia, a reposição da vitamina D se tornou comum. “Se fizermos um estudo comparativo, certamente não vamos encontrar uma hipovitaminose tão alta quanto a nossa nesses países, porque já é parte da cultura deles usarem alimentos ricos em vitamina D ou suplementos”, disse.
A pesquisadora conta que os dados da pesquisa estão sendo concluídos para publicação em revista. Diante dos resultados obtidos, o Departamento de Clínica Médica da FMUSP pretende fazer um estudo mais amplo, acompanhando os voluntários por um período maior e envolvendo outras áreas médicas para estudar os vários aspectos da deficiência da vitamina D.
“Os resultados serão encaminhados para órgãos públicos para avaliação e eventual desenvolvimento de políticas públicas de suplementação ou fortificação alimentar com vitamina D, principalmente nas populações de risco, como idosos, obesos, não brancos e hipertensos”, adiantou Rosa.
Alex Sander Alcântara
Agência Fapesp
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